A importância da comunicação nas relações: Dia dos Namorados

A comunicação é um dos pontos fundamentais de qualquer relacionamento, seja ele familiar, no ambiente de trabalho ou em um relacionamento amoroso.

Aproveitando a licença poética que foi me dada neste dia, 12 de junho, nacionalmente conhecido como Dia dos Namorados, escrevo hoje no blog sobre como a comunicação, ou a falta dela, modifica o relacionamento com o parceiro (a).

Estamos na era digital. Comunicar-se ganhou um novo peso e várias medidas. Online, por uma ligação, pessoalmente… Uma boa comunicação é o grande segredo para uma relação a dois duradoura. Cada indivíduo tem uma resposta diferente para determinada situação. Dentro do convívio do casal, existem circunstâncias que nos tiram do sério, e compreender essa situação e conhecer a “pior versão” do outro é um dos principais desafios da vida a dois.

O segredo: é preciso saber interpretar e OUVIR. A famosa escuta ativa. Ouvir, olhar para o outro com atenção plena. Quando fazemos isso, impedimos que muitas brigas desnecessárias aconteçam. É preciso esforço e muito jogo de cintura.

Situações mal resolvidas tornam o convívio frio. E me pergunto sempre, sem ser romântica demais, mas no ponto prático. Por que muitas vezes os relacionamentos são simplesmente jogados por água abaixo?

Vejo vários tipos de esforços para uma boa convivência anos a fio com os nossos pais, irmãos, primos, tios, amigos de infância, e até colegas de trabalho. Temos paciência para com essas pessoas, por “precisarmos” conviver socialmente ou dependermos. E PORQUE não nos esforçamos ao nosso máximo para manter uma relação que pode nos nutrir, acolher e dividir as angústias pelo resto da vida?

Manter um relacionamento a dois é uma escolha que deve exigir o mesmo esforço das demais relações. Um casal unido, amigo, confidente, ouvinte e que mantém o diálogo aberto é capaz de cruzar os maiores problemas da vida.

Termino o post sugerindo o poema abaixo do meu escritor preferido, Fabrício Carpinejar: O Amor é paciência.

“Se você não faz questão de conversar, não ama mais.

Se a pessoa telefona e acredita que não é nada e nem atende e deixa para depois, não ama mais. Se ela não é mais prioridade, não ama mais.

Se toda história é remorso, não ama mais.

Se já fica irritado somente em escutar a voz, não ama mais.

Se arruma um jeito de retardar a volta para casa, não ama mais.

Se não festeja os finais de semana de folga, não ama mais.

Se não resta vontade de narrar a sua vida, não ama mais.

Se não faz programas a dois, não ama mais.

Se implica com a rotina, não ama mais.

Se beija virando o rosto, não ama mais.

Se empurra a comida com a água, se empurra a convivência com a televisão, não ama mais.

Se não é capaz de esperar o outro terminar de comer para levantar, não ama mais.

Se ameaça antes de ouvir, não ama mais.

Se acredita que a razão tem dono e cobra aluguel, não ama mais.

Se deita em horário diferente de propósito, não ama mais.

Se criou o vício de só falar mal da relação para os amigos, não ama mais.

Se não se importa onde o outro vai e quando volta, não ama mais.

Se o ciúme desfeito não vira saudade, não ama mais.

Se aproveita um erro para criar culpa, não ama mais.

Se a desculpa vem após tortura, não ama mais.

Se não tolera atrasos, se não brinca com os defeitos, se não releva discordâncias, se não procura soluções, não ama mais.

Amor é proporcional à paciência. Quanto mais você tem, mais você ama. Quanto menos você tem, menos você ama.”

Eduarda Manzoni / Jornalista

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